Uma pesquisa com ratos da Universidade de Rockefeller, nos Estados Unidos, descobriu que o bullying persistente tem efeitos não apenas na autoestima, como na composição química do cérebro daqueles que sofrem a agressão. Os resultados do estudo mostraram que os ratos que foram vítimas de bullying desenvolveram, além de um nervosismo pouco comum perto de novas companhias, uma maior sensibilidade à vasopressina, um hormônio ligado a uma variedade de comportamentos sociais. Segundo os pesquisadores, as descobertas sugerem que o estresse social crônico afeta o sistema neuro-endócrino, fundamental para comportamentos sociais como o cortejo, ligação entre pares e comportamento paternal. Mudanças nos componentes desses sistemas implicam em desordens como fobias sociais, depressão, esquizofrenia e autismo, afirmam os pesquisadores.
Os pesquisadores também deram para um grupo de ratos um medicamento que bloqueia os receptores de vasopressina, o que controlou o comportamento ansioso de diversos ratos vítimas de bullying.A pergunta que ainda precisa ser respondida é por quanto tempo duram os efeitos do bullying no cérebro. Embora ainda não haja uma resposta certa, os pesquisadores afirmam que há evidências de que traumas psicológicos ocorridos no início da vida podem continuar afetando uma pessoa por toda a vida. Solução: Aprender a responder de forma afirmativa e assertiva às provocações e comportamentos desagradáveis. Perceber quando é hora de convocar outras pessoas para lhe ajudar, e neste ponto vale tanto o diretor da escola, o a chefia da instituição ou um psicólogo. Quando se trata de crianças, ser agredido não deve ser visto como fim do mundo, pois são oportunidades para que a criança treine suas armas, suas possibilidade de auto defesa – física e emocional.
Por isso o primeiro passo no processo de psicoterapia será o trabalho para de fortalecer emocionalmente esta pessoa. No momento seguinte da terapia ela poderá ter condições de saber que pode, e deve, procurar apoio de outras pessoas. O fortalecimento de vínculos são muito importantes. Saber que tem o direito de não gostar de ser tratado desta forma agressiva, saber que outras pessoas concordam que o outro está sendo abusivo é algo que trás muito conforto, mas a pessoa só fará isso se perceber que tem este direito. Normalmente a pessoa que sofre abusos não percebe que tem o direito de procurar ajuda pois se sente fraca e acha que deve fazer tudo sozinha, pois se for a procura de apoio estará confirmando que é incompetente. O que não é verdade.E por fim, a psicoterapia de crianças ou adultos poderá te dar força para não se abalar com insinuações e agressões de qualquer tipo, pois sua auto estima poderá ser fortalecida.
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