quinta-feira, 31 de maio de 2012

Saúde e bem estar...

Se não quiser adoecer - "Fale de seus sentimentos"
Emoções e sentimentos que são escondidos, reprimidos, acabam em doenças 
como: gastrite, úlcera, dores lombares, dor na coluna.. Com o tempo a 
repressão dos sentimentos degenera até em câncer. Então vamos desabafar, 
confidenciar, partilhar nossa intimidade, nossos segredos, nossos pecados.
O diálogo, a fala, a palavra, é um poderoso remédio e excelente terapia..

Se não quiser adoecer - "Tome decisão"
A pessoa indecisa permanece na dúvida, na ansiedade, na angústia. A 
indecisão acumula problemas, preocupações, agressões. A história humana é 




























feita de decisões. Para decidir é preciso saber renunciar, saber perder 
vantagem e valores para ganhar outros. As pessoas indecisas são vítimas de 
doenças nervosas, gástricas e problemas de pele.

Se não quiser adoecer - "Busque soluções"

Pessoas negativas não enxergam soluções e aumentam os problemas.
Preferem a lamentação, a murmuração, o pessimismo. Melhor é acender o 
fósforo que lamentar a escuridão. Pequena é a abelha, mas produz o que de 
mais doce existe. Somos o que pensamos. O pensamento negativo gera energia 
negativa que se transforma em doença.

Se não quiser adoecer - "Não viva de aparências"
Quem esconde a realidade finge, faz pose, quer sempre dar a impressão que 
está bem, quer mostrar-se perfeito, bonzinho etc., está acumulando 
toneladas de peso... uma estátua de bronze, mas com pés de barro.
Nada pior para a saúde que viver de aparências e fachadas. São pessoas com 
muito verniz e pouca raiz. Seu destino é a farmácia, o hospital, a dor.

Se não quiser adoecer - "Aceite-se"A rejeição de si próprio, a ausência de auto-estima, faz com que sejamos 
algozes de nós mesmos. Ser eu mesmo é o núcleo de uma vida saudável. Os 
que não se aceitam são invejosos, ciumentos, imitadores, competitivos, 
destruidores. Aceitar-se, aceitar ser aceito, aceitar as críticas, é 
sabedoria, bom senso e terapia. 

Se não quiser adoecer - "Confie"
Quem não confia, não se comunica, não se abre, não se relaciona, não cria 
liames profundos, não sabe fazer amizades verdadeiras. Sem confiança, não 
há relacionamento. A desconfiança é falta de fé em si, nos outros e em 
Deus. 

Se não quiser adoecer - "Não viva SEMPRE triste!"
O bom humor, a risada, o lazer, a alegria, recuperam a saúde e trazem vida 
longa. A pessoa alegre tem o dom de alegrar o ambiente em que vive.

"O bom humor nos salva das mãos do doutor". Alegria é saúde e terapia

domingo, 27 de maio de 2012

Esquizofrenia


Até os dias de hoje, mesmo com a evolução da ciência, não se sabe o que causa aesquizofrenia. Entretanto, muitas evidências indicam fortemente que a doença é um transtorno funcional do cérebro bastante severo. Acredita-se que, na verdade, essa enfermidade é a união de diversas doenças relacionadas, causadas por diferentes fatores.
O início da esquizofrenia pode passar bastante despercebido, afinal, ela pode se desenvolver muito lentamente e gradualmente. O(a) próprio(a) paciente e as pessoas que com ele(a) convivem podem não perceber que algo não está em equilíbrio. Graças a isso, a doença só é percebida, geralmente, quando há um desvio de comportamento muito evidente. Dessa forma, o período que consiste entre a normalidade e a aparição dos sintomas declarados pode levar meses.
Geralmente, essa enfermidade se inicia no início da fase adulta ou na adolescência e os primeiros sintomas que costumam aparecer são os estados de tensão (com origem desconhecida), insônia, dificuldade de concentração, isolamento e desinteresse por algumas atividades sociais.
Apesar de a esquizofrenia ser uma doença gradual e com lentas demonstrações sintomáticas, para as pessoas que convivem com o(a) paciente(a), parece algo muito repentino e sem explicação. Graças a isso, é muito comum a aparição de casos onde a doença é confundida com o uso de drogas, gerando maiores problemas ao(a) enfermo(a).
O diagnóstico da doença, assim como toda ela, também é bastante complexo. Depende, quase que exclusivamente, do conhecimento e da experiência do profissional da saúde que é consultado e isso acarreta em muitos conflitos entre os diagnósticos dados. Os médicos, geralmente, baseiam-se na história apresentada pelo paciente ou por algum familiar sobre a aparição e a evolução dos sintomas.

Causas da Esquizofrenia

Quanto à causa da esquizofrenia, até agora só é possível afirmar duas coisas: é multifatorial e bastante complexa. Até hoje, não foi possível a identificação de nenhum fator de risco, a não ser o parentesco com alguém que foi acometido pela doença. Devido aos espaços em branco ainda não preenchidos pela ciência, muitas teorias surgiram ao redor das causas da esquizofrenia:
Teoria do Fluxo Sanguíneo Cerebral
É comprovado que o indivíduo, ao falar ou até mesmo só pensar, apresenta aumento na atividade cerebral. Nos pacientes acometidos pela esquizofrenia, foram observadas anomalias de diversas ativações cerebrais.
Teoria das Drogas
Até hoje, não foi comprovado que as drogas podem causar a doença. Entretanto, foi constatado que podem piorar o quadro do indivíduo que já a possui.
Teoria Nutricional
Existe um tratamento realizado através da ingestão de grandes doses de vitaminas. Entretanto, ainda não há uma relação estabelecida com a esquizofrenia.
- Teoria da Biologia Molecular
Acredita-se que, antes mesmo do nascimento, pacientes esquizofrênicos podem ter tido problemas na formação de algumas células, causando algum tipo de anomalia nas mesmas.
- Teoria Genética
Por enquanto, a teoria mais certa de todas: foi demonstrada a existência de uma relação entre o paciente esquizofrênico e um parente próximo que possa vir a desenvolver a doença. Graças a isso, acredita-se que existe sim um fator hereditário na esquizofrenia.
- Teoria Bioquímica




Alguns profissionais da saúde acreditam que, graças às medicações ingeridas, as pessoas comesquizofrenias sofrem alteração no equilíbrio neuroquímico e, por isso, apresentam falhas no comportamento, na coordenação, na comunicação e no senso de percepção.


Como lidar com o Stress


Primeiro você precisa reconhecer o stress:
Sintomas de Stress incluem manifestações mentais, físicas e sociais.
Estes sintomas incluem exaustão, perda ou aumento de apetite, dores de cabeça, tristeza, insônia e sonolência. Escapismo através do álcool, drogas e outros comportamentos compulsivos também são indícios freqüentes.
Sensações de preocupação, frustração ou apatia podem acompanhar o stress.
Se você sente que o stress está afetando os seus estudos, uma primeira opção é procurar ajuda por meio do seu centro de acompanhamento educacional.
O Combate à Tensão é a habilidade de manter o controle quando situações, pessoas e eventos fazem exigências extremas. O que você pode fazer para gerenciar o seu stress? Quais as possíveis estratégias?
Tente ser positivo
Dê a si mesmo, preferencialmente, palavras inspiradoras sobre de que modo você pode obter sucesso a despeito das dificuldades do que "como tudo está horrível". "O Stress pode, de fato, ajudar a memória, favorecendo-a na lembrança de curto-prazo e não prejudicando tão seriamente.O Stress ocasiona que mais glicose seja liberada para o cérebro, o que disponibiliza mais energia para os neurônios. Isto por sua vez melhora a construção e recuperação das memórias. Por outro lado, se o stress for prolongado, isto pode impedir a disponibilidade de glicose e atrapalhar a memória. All Stressed UpSt. Paul Pioneer Press Dispatch, p. 8B, Monday, November 30, 1998
Tente "utilizar" o stress
Se você não consegue lutar contra algo que o está incomodando e não tem como fugir agüente firme e tente usar isto de uma maneira produtiva.

Olhe à sua voltaVeja se realmente existe alguma coisa que você possa mudar ou controlar na situação.

Aprenda como relaxar melhor
Meditação e exercícios respiratórios têm provado ser bastante efetivos no controle do Stress.
Crie o hábito de purificar sua mente de pensamentos nocivos.

Liberte-se de situações estressantes
Diariamente conceda a si mesmo, ao menos por alguns momentos, uma pausa para respirar.

Não transpire por coisas pequenas
Tente priorizar um pequeno número de coisas realmente importantes e deixe o resto de lado.

Não sobrecarregue a si mesmo
se agoniando por causa do seu trabalho inteiro. Cuide de cada tarefa conforme ela chega ou, seletivamente, trate das questões por meio de alguma prioridade.

Seletivamente mude os seus padrões de reação,
mas não tanto de uma vez só. Concentre-se em uma única coisa preocupante e administre suas reações a isto/ele/ela.

Mude a sua maneira de ver as coisas
Aprenda a reconhecer o stress pelo que ele é. Aumente a reatividade do seu corpo e faça um autocontrole do stress.

Evite reações extremas;
Para que odiar quando uma pequena antipatia é o bastante? Por que ficar angustiado quando se pode ficar apenas tenso? Por que se enfurecer quando raiva já faz o trabalho? Para que ser deprimido quando você pode apenas ficar triste?

Durma o suficienteA falta do sono só agrava o stress.

Faça alguma coisa pelos outros
para ajudar a desligar o pensamento de si próprio

Livre-se gradualmente do stresscom atividades físicas, seja uma caminhada, tênis ou jardinagem.

Evite automedicação ou escapismos
Álcool e drogas podem mascarar o stress. Mas eles não ajudam a tratar dos problemas.

Desenvolva uma segunda pele
O ponto principal do tratamento do Stress é "Eu me preocupo comigo mesmo"

Evite automedicação ou escapismos
Álcool e drogas podem mascarar o stress. Mas eles não ajudam a tratar dos problemas.

O mais importante é que, se o stress está lhe colocando em um estado intratável ou interferindo em sua atividade escolar, vida social e/ou profissional, procure auxílio profissional no departamento de aconselhamento pedagógico.



sexta-feira, 25 de maio de 2012

DEPRESSÃO

Hoje vamos falar um pouco da depressão. Existem vários tipos de depressão e vamos conhece-los.


É uma doença física como outra qualquer, só que desorganiza as reações emocionais.

A depressão é muito complexa e difícil de ser diagnosticada, pois um dos seus principais sintomas pode ser confundido com tristeza, apatia, preguiça, irresponsabilidade e em casos crônicos como fraqueza ou falha de caráter.

É muito comum ouvir as pessoas dizer que estão “deprês” ou deprimidas, quando apenas estão chateadas, estressadas ou porque se desentenderam com alguém.

Independente do estado de espírito, até o ser mais iluminado perderia a paciência ou se chatearia numa briga de trânsito, invertida profissional, falta de grana, doença na família, perda de um ente querido, desemprego, crise conjugal e etc... Isto é comum na vida das pessoas, oscilamos o nosso humor diariamente. Só que depois de um curto período de tempo voltamos ao normal, sem grandes dramas, correndo atrás do prejuízo.

Já a pessoa deprimida ou com predisposição, às vezes com uma chateação corriqueira, pode ser nocauteada e cair num abismo sem fim ou então, ser mais resistente, mas numa crise brava também vai pro abismo. Por que é assim mesmo que se sente um deprimido. Uma pessoa sem perspectiva de vida, sem amor próprio, pessimista, desanimada que não vê graça em nada a não ser no seu isolamento e luto em vida.

Na realidade este desânimo perante a vida não é falta de atitude e sim um mau funcionamento cerebral. Porque embora muitas pessoas acham que depressão é frescura, ela é uma doença, um desequilíbrio bioquímico dos neurotransmissores (mensageiros químicos do impulso nervoso) responsáveis pelo controle do estado de humor.

A dopamina e serotonina são neurotransmissores que estão muito associados ao estado afetivo das pessoas. A serotonina está ligada a sentimentos de bem estar ou mal estar. Ela regula o humor, o sono, a atividade sexual, o apetite, o ritmo cardíaco, as funções neuroendócrinas, temperatura corporal, sensibilidade à dor, atividade motora e funções cognitivas. A dopamina está associada à sensação de euforia, entusiasmo e prazer. Esta regula o controle do movimento, da percepção e da motivação.

Na depressão a dopamina, serotonia e outras substâncias químicas como a noradrenalina, ácido gama-aminobutírico e aceticolina ficam alterados, desorganizando o estado de humor, as emoções, capacidade mental e o bem estar geral do organismo. 
SINTOMAS:




Após um período de tristeza, a pessoa esmorece e fica “isolada do mundo”. Não sente vontade de reagir, não acha graça em nada, se sente angustiada, sem energia, chora à toa, tem dificuldade para começar uma tarefa, dificuldade em terminar o que começou, persistência de pensamentos negativos e um mal-estar generalizado: indisposição, dores pelo corpo, insônia ou sonolência, alterações no apetite, falta de memória, concentração, vulnerabilidade, fraqueza, taquicardia, dores de cabeça, suores ou outros sintomas físicos que joga a pessoa pra baixo.
CAUSAS:
A classe médica acredita que a depressão é um fator genético, pois aparecem em algumas famílias e em gêmeos também. Por isso é importante investigar se há casos de depressão na família do doente, pois as chances genéticas são grandes.

A depressão também pode ocorrer depois de uma situação estressante ou de perda. É comum sentir-se triste, desesperado numa crise financeira, separação ou morte de um ente querido. Também é normal se sentir fragilizado após uma situação estressante como um assalto, estupro ou seqüestro. Esta tristeza e medo tende a passar depois de um período de duas semanas a seis meses, depois disto a vida vai entrando nos eixos. Só que às vezes a pessoa não consegue reagir e esta tristeza se transforma em depressão, principalmente nas pessoas com predisposição à doença.

Existem também algumas doenças físicas que podem causar depressão: esclerose múltipla, derrame, hepatite, hipotireoidismo, apnéia do sono, hipertensão, insuficiência cardíaca, diabetes. Além das doenças terminais como câncer e Aids.
Alguns medicamentos e drogas também levam á depressão como: cortisona, anfetaminas, pílulas anticoncepcionais, quimioterapia, álcool, crack, ecstasy, maconha entre outros.
TRATAMENTO:
Como qualquer outra doença física, o tratamento da depressão será feito após uma avaliação física e psíquica por um médico psiquiatra. O tratamento inclui o aconselhamento psiquiátrico e os remédios antidepressivos, que regulam a química cerebral.

Ás vezes a medicação precisa de ajustes, ou tem um efeito colateral incômodo. Por isso é importante a visita periódica para a avaliação médica e o ajuste ou troca do medicamento. Os antidepressivos demoram de duas a quatro semanas para atuar efetivamente na doença. Uma vez restaurada a química cerebral a depressão tende a melhorar e fica mais fácil erguer a cabeça e tomar uma atitude perante a vida.

Mas é importante ressaltar que apesar da melhora o tratamento ainda vai continuar por um prazo indeterminado, sob a avaliação do psiquiatra.

Além da medicação é importante a psicoterapia, a força de vontade do paciente de correr atrás dos seus sonhos (objetivo), o auxílio da família, dos amigos e de um grupo de ajuda. Quanto mais amparado o paciente estiver, melhor será o processo de cura.
TIPOS DE DEPRESSÃO:

Episódio ou fase depressiva e transtorno depressivo recorrente

Os sintomas depressivos (tristeza, choro fácil e/ou frequente, apatia, sentimento de falta de sentimento, sentimento de tédio, irritabilidade aumentada, desespero, desesperança, culpabilidade, transtorno de sono e apetite) devem estar presentes em pelo menos duas semanas, e não mais do que dois anos, sem interrupção. Os episódios, geralmente, têm duração média de seis meses e variam no minimo de três e máximo de 12 meses.
Pode ser classificado de acordo com a intensidade [leve, moderado, grave] e com a importância clínica dos sintomas. Quando o paciente apresenta vários episódios depressivos, com ausência de episódios maníacos, disgnostica-se, portanto, transtorno depressivo recorrente.

Distimia

Considerada uma depressão crônica, de intensidade leve na maioria das vezes mas, com longos períodos de duração [vários anos], sem interrupção e por, no mínimo, dois anos. Os sintomas mais comuns são diminuição da auto-estima, dificuldade em tomar decisões ou de concentração, mau humor crônico, irritabilidade.

Depressão Atípica

Além dos sintomas depressivos comuns, são somados aumento de apetite (doces), hipersonia (aumento em média de duas horas a mais do que o normal), sensação de corpo pesado, humor alterado (vai de um extremo ao outro com muita facilidade).

Depressão Tipo Melancólica

É um tipo de depressão que está mais associada a fatores neurológicos, cujos principais sintomas envolve uma tristeza sentida no corpo, falta de interesse, lentidão psicomotora, ideação de culpa e a intensidade da depressão diminui conforme o passar do dia.

Depressão Psicótica

É um tipo de depressão grave em que um ou mais sintomas psicóticos estão associados como delírios de culpa e alucinações com conteúdos depressivos.

Depressão Pós-Parto

A Depressão Pós-Parto, geralmente, tem início 4 semanas após o parto, com sintomas  gerais de depressão, sem grandes variações, podendo incluir variações intensas de humor e de preocupações com o bebê que pode ser exagerada ou até mesmo delirante.
Esse tipo de depressão pode estar associada à características psicóticas, cujo maior fator associado é o infanticído, no qual a mãe tem alucinações e recebe comandos para matar o bebê ou delírios de que este tenha algo de ruim que justifique sua morte.
Geralmente, mulheres com depressão pós-parto desenvolvem ansiedade grave e ataques de pânico. Suas atitudes em relação ao bebê podem variar desde excesso de cuidado, a ponto de não deixar o bebê um segundo sequer, ao desinteresse completo, deixando de amamentar e/ou cuidar da higiene da criança.
É importante ressaltar que a deprssão pós-parto não está associada àquela tristeza inicial, em que a mãe se deprime nos primeiros 10 dias após o parto, pois é uma tristeza passageira e não afeta os comportamentos da mãe em relação ao cuidado do bebê, nem sua noção de realidade.
O pós-parto é um período extremamente importante, tanto na vida da mãe, quanto do bebê, em que alterações biológicas [tanto na estrutura do corpo da mulher, como nos hormônios e neutrotransmissões associados], psicológicas e sociais são delicadas  e devem ser acompanhadas e apoiadas por familiares, amigos, pelos médicos responsáveis pela saúde da mãe e do bebê. 

Esturpor Depressivo

Nesse tipo grave de depressão, o paciente pode permanecer dias acamado, sem querer se movimentar, não quer falar com pessoas ou fazer qualquer atividade cotidiana, não tem vontade de se alimentar, e em casos mais complexos não consegue nem controlar a evacuação de urina ou fezes, o que pode gerar agravos clínicos e evoluir à óbito.

Depressão Agitada ou Ansiosa

Possui grande agitação psicomotora com queixas de angústia intensa que se soma aos sintomas depressivos, aumentando a possibilidade de suicídio.

Depressão Secundária

É um tipo de depressão que está associada a outro quadro clínico como fator agravante, como hipo/hipertireoidismo, doença de Parkinson, acidentes vasculares cerebrais (AVC).

sábado, 19 de maio de 2012

OS OPOSTOS SE ATRAEM E SE COMPLEMENTAM: MITO CONJUGAL


“ Os opostos se atraem e se complementam” é outra crença que julgo importante fazermos uma reflexão, até mesmo para, quem sabe, evitarmos cair nesta armadilha.

Como afirma Lazarus, não é raro que pessoas com personalidades totalmente opostas se atraiam devido aos seus diferentes estilos de vida. É natural, por exemplo, que uma pessoa extrovertida atraia pessoas mais controladas e introvertidas ou que uma pessoa insegura se sinta muito bem ao lado de uma pessoa segura. O problema é que, como amigos ou amantes, eles se relacionam bem por um curto espaço de tempo, mas quando casam essas diferenças entram em choque.

Assim, o jeito exuberante e divertido dela, se torna motivo de irritação para ele, enquanto o jeito sério dele, que antes era visto como uma qualidade, começa a ser percebido como algo chato, massante. Diante disto, ele se retrai e ela se sente rejeitada, criando um isolamento entre o casal que repercutirá em sua intimidade.

Para o autor, os desentendimentos constantes por causa de limpeza, da desordem e por querer ser mais respeitado, interferem em assuntos mais importantes e causam muito ressentimento. Ele cita até mesmo um exemplo onde uma mulher obsessiva-compulsiva empurrou o marido para o alcoolismo (foi o modo que ele encontrou para lidar com o problema).

Como terapeuta, assim como Lazarus, acredito que o casamento tem maior probabilidade de dar certo quando existem mais semelhanças do que diferenças. Todos sabemos como a convivência diária com alguém não é fácil, pois mesmo que tenham personalidades semelhantes, cada pessoa é única no seu modo de sentir e perceber o mundo. Num relacionamento sempre existirão divergências, mas estas são mais facilmente superadas quando são pequenas, pois podem ser encaradas como enriquecedoras e excitantes. Porém, quando as diferenças são muito radicais e envolvem valores profundos como, por exemplo, como criar os filhos, podem provocar graves crises matrimoniais.

E você? O que acha deste assunto? Dê sua opinião ou conte sua experiência!

O que é ansiedade e dicas para aliviá-la?


A ansiedade pode ser compreendida como um estado de tensão, apreensão e inquietação deflagrada quando estamos diante de um perigo iminente. Esta emoção geralmente vem acompanhada de sintomas físicos (palma das mãos suadas, batimentos cardíacos acelerados, dificuldades respiratórias, tonteira, tremor, entre outros).
A ansiedade pode ser considerada adaptativa, ou seja, sua função é nos preparar para agirmos caso algo ruim aconteça. Um exemplo disto é quando nos sentimos ansiosos pela proximidade de uma prova que julgamos difícil e, para evitar o perigo de retirarmos uma nota ruim, estudamos com afinco. Neste caso a ansiedade foi uma aliada.
A ansiedade passa de aliada a vilã quando, devido a sua intensidade, ao invés de nos prepararmos para combatermos o que nos preocupa, acabamos nos paralisando (no exemplo acima poderia dar o famoso «branco» na hora da prova) ou evitando a situação (faltar a prova).
Consideramos que a ansiedade precisa ser tratada quando interfere no bem-estar e na capacidade de realização do indivíduo.

Dentre os transtornos de ansiedade temos: a fobia específica (medo de coisas ou situações específicas como aviões, elevadores, animais, etc), a fobia social (medo diante de situações sociais),o transtorno de pânico (a pessoa sente uma ansiedade tão intensa que acha que pode morrer ou enlouquecer), o transtorno de estresse pós traumático (lembranças repetitivas de traumas terríveis com alto nível de sofrimento), transtorno obsessivo - compulsivo (pensar ou fazer coisas repetidamente) e o transtorno de ansiedade generalizada (a pessoa sente-se preocupada e ansiosa a maior parte do tempo).
Muitas vezes as pessoas não se enquadram em nenhum destes transtornos, porém sua ansiedade as prejudica de outras maneiras, e a psicoterapia também pode ser um recurso para elas. Além do tratamento psicoterápico, dependendo da intensidade dos sintomas, um tratamento psiquiátrico é indicado, caso seja necessário o uso de medicação.

É interessante observar que os indivíduos ansiosos possuem pensamentos que alimentam a ansiedade, como pensar que o pior de uma situação irá acontecer, sem considerar a possibilidade de outros desfechos

Na psicoterapia chamada cognitivo-comportamental, o paciente poderá junto com o terapeuta, analisar seus pensamentos ansiosos, trabalhar como mudar certos comportamentos que aumentam a ansiedade, além de aprender técnicas de relaxamento e respiração que ajudam a combatê-la.

Outra questão importante é que as crianças também sofrem de ansiedade, podendo apresentar os sintomas físicos já citados, além de desenvolverem comportamentos como forma de se acalmarem, por exemplo, roer unhas, chupar dedos ou evitarem situações que causam ansiedade.

A ansiedade infantil também precisa ser tratada, pois pode prejudicar o desempenho escolar, assim como a relação da criança com amigos e familiares.

DICAS PARA ALIVIAR A ANSIEDADE

  • Aprenda a respirar. A respiração de uma pessoa ansiosa é curta e depende excessivamente dos músculos do tórax. O correto é respirar utilizando o músculo diafragmático. Você já percebeu como os bebês respiram enquanto dormem? Eles movem a barriga durante a respiração, estufando-a quando o ar entra e encolhendo-a quando o ar sai. Ao crescermos ficamos com a tendência a mexer mais o torax do que o diafragma (mexemos mais a parte superior do peito do que a barriga) e isso faz com que a respiração fique mais entrecortada. Pesquisas indicam que este tipo de respiração propicia a ansiedade.
Siga as instruções abaixo e treine o quanto puder este tipo de respiração. Só depois de aprendermos a fazer corretamente o exercício respiratório é que poderemos perceber sua eficácia no combate a ansiedade

  1. Inspire lentamente pelo nariz contando até 3, bem devagar.
  2. Prenda a respiração, contando também até 3, bem devagar.
  3. Exale lentamente o ar pela boca, contando até 6, bem devagar
  4. Faça que o ar passe pelo diafragma e estufe o abdômen, durante a inspiração
  5. Faça com que o ar que você exala deixe o abdômen cada vez mais encolhido.
  6. Procure o ritmo ideal da sua respiração para você dentro deste estilo.

  • Faça atividade física. Pode ser um esporte ou uma simples caminhada. Estudos revelam que atividade física ajuda a combater a ansiedade

  • Evite bebidas estimulantes como o café, mate e outros.
- Examine seus pensamentos e perceba se não está “catastrofizando” (achando que o pior irá acontecer sem evidências concretas disto). Caso isto esteja ocorrendo, procure um terapeuta, pois ele poderá trabalhar estratégias específicas que possam ajudá-lo.

Controlando a sua mente para conseguir paz interior

Somos atormentados por pensamentos e ideias que introjetamos, muitas vezes desde a nossa infância, provenientes do modo como fomos criados e de crenças que desenvolvemos sobre como devemos ser,  nos comportar, sobre como são as pessoas e o mundo de uma maneira geral.

Um pensamento que pode assombrar nossa mente são aqueles que geram sentimentos de culpa. Fomos programados para "baixarmos nossa cabeça" para tudo, para nos sacrificar em prol das outras pessoas, mesmo que isto não custe muito caro. Devemos ser bonzinhos, educados, gentis, amáveis e mais uma lista interminável de deveres. Não sou contra a pessoa ser responsável, ou seja, assumir as consequências de suas escolhas, mas sou totalmente contra que alimentemos sentimentos de culpa, quando estes não são provenientes de algo ruim que fizemos de forma intencional.

Quantas vezes nos sentimos culpados apenas porque não agradamos os outros? Nossa obrigação primeira não deve ser com os outros, mas sim conosco. Podemos nos deixar de lado, não fazer o que a nossa alma gostaria que fizéssemos, somente porque aprendemos que isto é egoísmo? Ser egoísta é prejudicar o outro quando na verdade isto não era necessário. Se para agradar o outro eu tenho de passar por cima de mim, das minhas necessidades, desejos, vontades e ficar cada vez mais triste e amargurado comigo mesmo e com a vida, você pode estar sendo "bondoso" para com os outros, mas pode ter certeza que está sendo bastante malvado com você mesmo. E isto lhe trará consequências físicas (doenças orgânicas) e mentais (depressão, desânimo, estressse, tensão, irritabilidade, etc).

Devemos disciplinar nossa mente para que pensamentos que geram sentimentos que não nos fazem bem (tristeza, culpa, ansiedade, entre outros) parem de nos atormentar. Como fazemos? Devemos falar para nós mesmos: "Pára! Não aceito mais isso, não aceito que pensamentos deste tipo me atormentem!".
Você pode estar pensando: "falar é fácil, dífícil é fazer". Realmente, como estas ideias que temos e que prejudicam nosso caminhar na vida estão enraizados desde muito tempo, é necessário disciplina. Sim, é isso mesmo. Você precisa treinar a sua mente para afastar pensamentos que lhe fazem mal. Como você sabe que eles lhe fazem mal? Se você sentir um desconforto, principalmente angústia (aquele aperto no peito) pode ter certeza que isto é um sinal de que aquilo que você está pensando/ acreditando não lhe faz bem. Pode ser um pensamento de menos-valia, de que você deveria ter feito algo e não fez, de que não é profissional perfeito, etc.

Admito que disciplinar nossa mente, jogar fora velhos conceitos, reavaliar nossos pensamentos sobre nós, os outros e como estamos levando nossas vidas, pode ser difícil sem ajuda. Porém, é possível. Acredite, comece, dê o primeiro passo! Você sentirá que está fazendo algo por você e isto não tem preço. Não se preocupe com o depois, faça o que você puder (tiver condições) neste momento da sua vida, não se atropele e muito menos não se deixe para trás.

Espero que este artigo possa lhe ajudar a refletir sobre como você precisa disciplinar a sua mente para se sentir melhor.

Psicologia na sua vida

O objetivo do blog é aproximar a Psicologia do público em geral, trazendo informações de como os conhecimentos desta podem ser utilizados para melhorar o seu dia a dia. Porém, quero deixar claro que meu compromisso é contribuir, mesmo que através do blog, com a melhoria da qualidade de vida das pessoas e que apesar da maioria dos artigos terem ligação com esta Ciência, nem sempre tudo que abordarei aqui terá ligação com a Psicologia. Participe com dúvidas e sugestões. Grande abraço!

Entender as emoções é importante.


Emoções são tipos distintos de sensações corporais que experimentamos diante de situações específicas. Elas variam em intensidade, de sutis a incrivelmente fortes. Estão constantemente conosco, ou seja, estamos sempre sentindo algo.Quando não prestamos atenção ao que estamos sentindo é que começam a surgir os problemas, como ansiedade, angústia, estresse, podendo chegar aos extremos como depressão, transtorno do pânico, bem como as “famosas” doenças psicossomáticas (doenças físicas cuja causa preponderante é de natureza psicológica). Portanto, entender as nossas emoções é a chave para entendermos a nós mesmos. Saber que sentimentos temos dentro de nós, a intensidade deles e o que queremos fazer com eles.Existem quatro emoções básicas: raiva (sentimento que faz com que defendamos a nós mesmos), medo (sentimento que evita que você corra grandes riscos), tristeza (é a emoção que nos ajuda a sofrer: ela literalmente “lava” e “limpa” a dor de perder alguma coisa ou alguém em nossas vidas) e alegria (é o que experimentamos quando essas necessidades - liberdade, segurança e contato - estão satisfeitas).Todas as outras formas de sentimentos são misturas dessas - como cores derivadas das cores primárias - vermelho, amarelo e azul.Existem milhares de combinações possíveis - como inveja, uma mistura de raiva e medo; ou nostalgia, uma mistura de tristeza e alegria. E, ainda o ciúme, uma variante da ira que também funde a tristeza e o medo.Conhecendo as nossas emoções, aprendemos que elas são importantes para a nossa sobrevivência. A melhor maneira de tornar as pessoas mais inteligentes emocionalmente é começar a educá-las quando ainda crianças. Depois já adulto, para melhorar sua própria inteligência emocional, a primeira tarefa é desapren-der e reaprender.

Vida...

Vida


Psicologia e Vida é um canal de comunicação criado para dar respostas a algumas de suas dúvidas e questões pessoais. Oferece, através do serviço de Atendimento Psicológico Online, aconselhamento e orientação de um modo breve e objetivo, que possam ajudar no seu dia a dia.